Postagens

Mostrando postagens de janeiro, 2016

receita

Deixa ir quem quiser, deixa vir quem vier, tenha a memória seletivamente fraca, que a visão seja seletivamente embaçada acredite menos e viva mais... (em construção)

um novo

De novo um sopro, solta se no vento, aleatório pensamento dente de leão, flutua. talvez almejando a lua, alcança-se o chão? talvez delírio dos poetas, talvez loucura dos sãos... o destino é incerto, de certo, seu dono no limiar do monótono, aqui brinca de palavras. A palavra flutua, o inventor a sopra agora é incerto, agora é éco... Nada diferente do que um dia ja foi.