um novo

De novo um sopro,
solta se no vento, aleatório pensamento
dente de leão, flutua.
talvez almejando a lua, alcança-se o chão?
talvez delírio dos poetas,talvez loucura dos sãos...
o destino é incerto, de certo, seu dono
no limiar do monótono,aqui brinca de palavras.
A palavra flutua, o inventor a sopra
agora é incerto, agora é éco...
Nada diferente do que um dia ja foi.

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